Por que doar sangue

Todos os procedimentos médicos que demandam transfusão de sangue precisam dispor de um fornecimento regular e seguro deste elemento. Daí a importância de se manter sempre abastecidos os bancos de sangue por meio das doações, que não engrossam nem afinam o sangue do doador. É fácil e seguro, e não se pode mentir nem omitir informações, pois quem recebe o sangue pode ser contaminado.



quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Resgate uma vida doe plaquetas no INCA


Por que doar plaquetas?
As plaquetas são elementos do sangue que atuam na coagulação. Elas são fundamentais para o tratamento dos pacientes. Há pacientes que apresentam deficiência de plaquetas, causada por transplante de medula, pela ação da quimioterapia ou por terem sofrido alguma intervenção cirúrgica
Como é feita a doação?O sangue é retirado da veia de um dos braços, como na doação convencional. A diferença é que o sangue passa por um equipamento que retém parte das plaquetas. Depois disso, o sangue retorna para o doador, com todos os outros elementos. Tudo isso de forma segura e livre de contaminações. Esta doação, que deve ser marcada com antecedência, dura cerca de uma hora e meia


Quem pode doar?Para doar é necessário:
- ter entre 18 e 65 anos de idade;
- pesar mais que 50 quilos;
- trazer a Carteira de Identidade original, com foto;
- alimentar-se antes da doação, evitando apenas alimentos gordurosos
- estar em boas condições de saúde;
- ter realizado pelo menos uma doação de sangue recente no INCA;
- ter disponibilidade de, pelo menos, uma hora e meia para a doação;
- não estar fazendo uso de ácido acetil salicílico (AAS).


Não podem doar- Doadores que estiverem gripados ou com febre;
- Mulheres grávidas ou até três meses após o parto;
- Doadores que ingeriram bebida alcoólicas no dia da doação.

Estão impedidos de doar

- Pessoas que tiveram hepatite após 10 anos de idade, doença de chagas e malária;
- Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis e usuários de drogas.

Onde doar
Hospital do Câncer I
Praça Cruz Vermelha, 23 / 2° andar - Centro - Rio de Janeiro
A doação pode ser feita de segunda a segunda, de 8h às 17h30 (nos domingos e feriados o primeiro horário é às 9h30), sendo apenas necessário agendar pelo telefone: 3207-1064

Resgate uma vida doe sangue no INCA

Orientações para doadores de sangue 
Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.
O doador deve...
- trazer documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
- estar bem de saúde;
- ter entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 67 anos, 11 meses e 29 dias;
- pesar mais de 50 Kg;
- não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação.
Impedimentos temporários
- Febre
- Gripe ou resfriado
- Gravidez
- Pós-parto: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias
- Uso de alguns medicamentos
- Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis

Cirurgias e prazos de impedimentos 
- Extração dentária: 72 horas
- Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: três meses
- Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses
- Ingestão de bebida alcoólica no dia da doação
- Transfusão de sangue: 1 ano
- Tatuagem: 1 ano
- Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina

Impedimentos definitivos
- Hepatite após os 10 anos de idade
- Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas
- Uso de drogas ilícitas injetáveis
- Malária
Intervalos para doação
- Homens: 60 dias (até 4 doações por ano)
- Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano)
Doe sangue com responsabilidade
Você sabe o que é janela imunológica? É o período entre a contaminação da pessoa por um determinado agente infeccioso (HIV, hepatite...) e a sua detecção nos exames laboratoriais.
No período da janela imunológica, os exames são negativos, mas mesmo assim o sangue doado é capaz de transmitir o agente infeccioso aos pacientes que o receberem.
A sinceridade ao responder as perguntas do questionário que antecede a doação é importante para evitar a transmissão de doenças aos pacientes.

Nunca doe sangue se você quiser apenas fazer um exame para Aids. Neste caso, procure um Centro de Testagem Anônima e gratuita.
Informe-se pelo Disque-Saúde: 0800-61-1997 ou pelos Centros de Testagem Anônima.
Cuidados pós-doação
- Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas
- Aumentar a ingestão de líquidos
- Não fumar por cerca de 2 horas
- Evitar bebidas alcóolicas por 12 horas
- Manter o curativo no local da punção por pelo menos de quatro horas
- Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho
Em caso de dúvidas, entrar em contato com o Serviço de Hemoterapia do INCA pelo telefone
(21) 3207-1580 / 3207-1021 e 3207-1058.
Dúvidas mais frequentes

Local e horário para doação:
Hospital do Câncer I (Unidade Hospitalar do INCA)
Praça Cruz Vermelha, 23 / 2° andar - Centro - Rio de Janeiro
Horário: segunda a sexta-feira das 7h30 às 14h30
sábados das 8h às 12h
Para doação de plaquetas é necessário agendar horário pelo telefone (21) 3207-1064

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

10/01/2012 16:21:46

Cadastro de doadores de medula óssea será realizado na próxima segunda-feira



Na próxima segunda-feira, 16 de janeiro, será realizada na Total Fiat de Atibaia uma campanha que irá cadastrar doadores de medula óssea. A campanha visa ajudar Louise Scharz, de 12 anos, que luta contra a leucemia desde os 8.


Além da menina, milhares de pessoas estão em filas de espera pela doação. Qualquer pessoa em bom estado de saúde, entre 18 e 54 anos, pode realizar o exame, que é indolor.

Para fazer o cadastro que dirá se você é um possível doador, basta comparecer à sede da Total Fiat, localizada na Avenida Alfredo André, 685, no dia 16 de janeiro, das 9h30 às 17 horas, portando um documento com foto.

Para mais informações sobre cadastramento e doação de medula, acesso o site da Associação da Medula Óssea, www.ameo.org.br/index.php.



http://www.movimentocontraolinfoma.com.br/




Por que doar plaquetas?
As plaquetas são elementos do sangue que atuam na coagulação. Elas são fundamentais para o tratamento dos pacientes. Há pacientes que apresentam deficiência de plaquetas, causada por transplante de medula, pela ação da quimioterapia ou por terem sofrido alguma intervenção cirúrgica

Como é feita a doação?O sangue é retirado da veia de um dos braços, como na doação convencional. A diferença é que o sangue passa por um equipamento que retém parte das plaquetas. Depois disso, o sangue retorna para o doador, com todos os outros elementos. Tudo isso de forma segura e livre de contaminações. Esta doação, que deve ser marcada com antecedência, dura cerca de uma hora e meia


Quem pode doar?Para doar é necessário:
- ter entre 18 e 65 anos de idade;
- pesar mais que 50 quilos;
- trazer a Carteira de Identidade original, com foto;
- alimentar-se antes da doação, evitando apenas alimentos gordurosos
- estar em boas condições de saúde;
- ter realizado pelo menos uma doação de sangue recente no INCA;
- ter disponibilidade de, pelo menos, uma hora e meia para a doação;
- não estar fazendo uso de ácido acetil salicílico (AAS).


Não podem doar- Doadores que estiverem gripados ou com febre;
- Mulheres grávidas ou até três meses após o parto;
- Doadores que ingeriram bebida alcoólicas no dia da doação.

Estão impedidos de doar

- Pessoas que tiveram hepatite após 10 anos de idade, doença de chagas e malária;
- Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis e usuários de drogas.


Onde doar
Hospital do Câncer I
Praça Cruz Vermelha, 23 / 2° andar - Centro - Rio de Janeiro
A doação pode ser feita de segunda a segunda, de 8h às 17h30 (nos domingos e feriados o primeiro horário é às 9h30), sendo apenas necessário agendar pelo telefone: 3207-1064
Atualizado em 10/01/2012 07h18

Doações de sangue caem pela metade durante as férias em SP

Hemocentro em São Bernardo do Campo precisa de voluntários.
Saiba quais as exigências para ser um doador.

No período de férias os hospitais costumam sofrer – as doações de sangue diminuem, e os estoques dos bancos de sangue costumam reduzir muito. No Hemocentro de São Bernardo do Campo, no ABC, as doações caíram para menos da metade do usual – o local tem capacidade de atender 3 mil doadores por mês, e está recebendo apenas 1,3 mil.
Para doar, as pessoas devem ter entre 16 e 67 anos, pesar no mínimo 50 kg e levar um documento de identidade original. Também é recomendado estar alimentado, evitar alimentos gordurosos quatro horas antes da doação e bebidas alcoólicas 12 horas antes.
Em cada doação, são retirados 450 ml de sangue – a quantidade é reposta pelo organismo do doador em 24 horas. O Hemocentro de São Bernardo do Campo atende a Fundação ABC Hospital de Ensino Padre Anchieta, o Hospital Municipal Universitário de São Bernardo do Campo e o pronto-socorro central da cidade.
O Hemocentro fica na Rua Pedro Jacobucci, 440, em São Bernardo do Campo.
 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Voluntário busca doadores de plaquetas para ajudar a salvar vidas

Crianças do Instituto para o Tratamento do Câncer Infantil dependem delas e dos voluntários para sobreviver. Pesquisa mostra que brasileiros gastam, em média, 4 horas e 36 minutos por mês com esse tipo de ação.


O sentimento que move as pessoas a ajudar outras também é tema de uma série de reportagens que o Jornal Nacional está exibindo esta semana. Nesta terça-feira (20), o repórter Rodrigo Alvarez mostra a perseverança de um voluntário que ajuda a salvar vidas. O homem que amanhece ensinando voluntários aparece, agitado, horas depois, na fila de espera do banco de sangue. Missão dificílima: a doação de plaquetas leva mais de uma hora.
Mas plaquetas são componentes do sangue indispensáveis para quem tem câncer. E Seu Pedro é persistente. Consegue uma, duas, três doadoras. E ajuda a salvar três vidas. “Olha, na realidade, eu não salvei nenhuma, quem salvou é justamente quem está doando o sangue”, diz.
Claro que salvou. E Edilene também. “Acho que hoje foi o dia, hoje é o momento. Agora é o momento”, diz Edilene.
Quando o sangue processado no equipamento produz o líquido amarelo, é o grande momento! As plaquetas de Edilene se juntam a de outros doadores e seguem em uma viagem urgentíssima pelos hospitais de São Paulo.
O Eduardo, de 4 anos, e a Manuela, de 5 anos, são bons exemplos de crianças que precisam das doações de plaquetas das pessoas que Seu Pedro ajudou a convencer. Só o Eduardo já recebeu 13 transfusões de plaquetas e agora está recebendo mais uma. A Manuela, todo mês, precisa de duas a três transfusões.
As plaquetas ajudam na coagulação do sangue. E as crianças do Instituto para o Tratamento do Câncer Infantil dependem delas. Dependem dos voluntários para sobreviver.
No perfil do voluntário traçado pelo Ibope, descobriu-se que se gastam, em média, 4 horas e 36 minutos por mês com esse tipo de ação. Seu Pedro fez as contas e concluiu que gasta 26 horas por mês. Ficou frustrado. “Isso é só 6%, 7% do tempo da gente, é uma quantidade mínima”, diz.
A pesquisa trouxe uma surpresa até para quem conhece de perto o coração dos voluntários: 87% têm motivação para fazer ainda mais.
“O que motiva essas pessoas? No fundo é a vontade de viver em um mundo um pouquinho melhor. ‘Se eu puder participar disso e melhorar de alguma maneira, valeu para mim’. É isso que o voluntário pensa”, avalia Maria Lúcia Meirelles Reis, diretora do Centro de Voluntariado de SP.
Marcos se prepara para um transplante de medula e depende cada vez mais de plaquetas.
Não sabia quanta gente voluntária luta pela vida dele. “Pensei: ‘se soubesse disso antes, eu mesmo teria começado a fazer doações muito antes’”, conta;

Seu Pedro, o missionário das plaquetas, jamais tinha conhecido um paciente. “É tão pouco que a gente faz para uma pessoa que realmente precisa. Então, isso, embora seja só a parte inicial do processo, quando a gente chega nessa parte e está vendo onde é que estão sendo usadas as plaquetas, é muito gratificante para a gente”, destaca Pedro.